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Coronavírus e geração de energia solar

Com crescimento acelerado desde 2017, a geração distribuída de energia solar espera ter mais um ano de forte expansão dos negócios pelo país. Pelas projeções do setor, a potência instalada do segmento deve mais do que dobrar neste ano. No entanto, agentes começam a levantar pontos de preocupação que podem turvar esse cenário. Um deles é o debate sobre a revisão das regras para a geração distribuída, que passou a mobilizar cada vez mais atores e, na visão desse mercado, tem criado uma sensação de instabilidade e insegurança jurídica. Outro fator, mais recente, é a crise do coronavírus – o segmento é altamente dependente de importações de equipamentos da China.

Segundo a Absolar, principal entidade do setor, a geração distribuída solar fotovoltaica deve atingir capacidade instalada de 5,4 gigawatts (GW) neste ano, aumento de 170% ante 2019. Em investimentos, o segmento deve atrair cerca de R$ 16,4 bilhões, estima a entidade, quantia 245% superior na comparação anual.

A geração distribuída é uma espécie de “autoprodução” de energia, seja por uma única unidade consumidora ou por consórcios e cooperativas. São enquadradas nesse modelo centrais geradoras com potência até 5 megawatts (MW). Conforme dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Brasil encerrou o ano passado com 1,98 GW de potência instalada no segmento. Do total, 1,4 GW foi instalado em 2019.

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Presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia, atribui a forte expansão ao reconhecimento de que a geração distribuída traz benefícios econômicos, sociais e ambientais. Sobre potenciais riscos no horizonte para 2020, o executivo avalia que os efeitos ainda não são óbvios. Em relação ao caso do coronavírus, por exemplo, ele diz ter ouvido diferentes relatos entre as distribuidoras de equipamentos no Brasil.

Se o coronavírus não se tornou foco de atenção em todo o setor, não falta mobilização em torno da mudança regulatória para a geração distribuída. O debate acalorado sobre esse assunto se expandiu da esfera da Aneel para o Congresso. No momento, agentes do setor estão debruçados na redação de uma minuta de projeto de lei que definirá um marco legal para a geração distribuída no país. “Não sabemos ainda quando será protocolado, isso depende de escolhermos a melhor estratégia de tramitação”, conta Sauaia, da Absolar.

A empresa do ramo, a Original Energy diz que, por ora, não está alarmada com o coronavírus. Mas, se a situação não se estabilizar em três semanas, o fornecimento pode sofrer “pequenos atrasos”, afirma o CEO Rodrigo Mesquita.

Com planejamento de expansão e atuação em todo território nacional na produção de energia distribuída, Rodrigo Mesquita garante que as metas da Original Energy para este ano continuam normais, novas usinas além de Petrolina no Pernambuco, continua em andamento o projeto para implantação da nova fazenda de capitação em Andirá no Paraná, e na sequência no Rio de Janeiro e também em Fortaleza no Ceará.

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